Titulações com mais saídas profissionais 2017-2018

O que estudar? O que carreira escolher? Quais são as titulações com mais saídas profissionais? O que master que me convém? Quais são os melhores cursos universitários para o futuro?

São muitas as interrogações que se colocam a cada ano, tanto para os jovens estudantes que acedem pela primeira vez para a universidade, como para aqueles que desejam se reciclar profissionalmente e dar um rumo para o seu futuro profissional com uma formação de pós-graduação.

Estatisticamente ter estudos superiores, permite-lhe aceder a níveis salariais mais altos, em média, mas, evidentemente, quando entramos em detalhes, isso não é assim para todas as carreiras universitárias e especialidades de formação.

Sabe-se hoje que, graças aos avanços tecnológicos, muitas profissões atuais são potencialmente robotizables e irão desaparecendo paulatinamente. Enquanto que esses mesmos avanços técnicos, geram a demanda de novos perfis profissionais adequados às necessidades dos tempos que virão.

Todos os anos, Randstad Professionals e a Adecco, elaboram um relatório sobre as titulações com mais saídas profissionais em Portugal, onde é interessante ver como, pouco a pouco, surgem demandas de novos perfis especializados que exigem uma formação específica. E é aí que está o recife do emprego no futuro. Vejamos quais são alguns dos cursos que estudar com mais saídas e futuro em Portugal para 2017-2018.

Tendo em conta as qualificações universitárias, os ramos com maior demanda e melhores saídas profissionais, Telecomunicações e engenharia informática, situam-se nos primeiros lugares universitários com elevada empregabilidade para os próximos anos.

Outros cursos que abrem mais portas no mercado de trabalho são dentro de os profissionais de saúde, Medicina e Farmácia. Com um importante aumento na demanda de formandos em biotecnologia.

Também é impressionante ver como o mercado demanda mais licenciados em Física e Matemática. Em parte, explicado pela necessidade de incorporar profissionais com capacidades de análise de dados o aumento do Big data e a automação de processos nas empresas.

Engenharia Industrial e em administração de empresas, continuam a ser corrida que estudar e com boas saídas profissionais, mas que, por si sós, não são suficientes para garantir uma boa colocação. O mercado demanda perfis que tenham cursado estas titulações, mas com algum tipo de suplemento ou diploma de pós-graduação.

A nível de licenciados de Economia, Administração e direção de empresas ou grau combinado ADE-Direito, que valorizam as especializações com master em comércio exterior, master em finanças quantitativas ou tributação e tributação internacional, por colocar-se alguns exemplos.

Dentro das especializações que se encaixam com alunos provenientes de carreiras como engenharia industrial, engenharia elétrica, ou em outras engenharias técnicas, destacam-se o master eficiência energética, mestre em automação industrial, mestrado em logística ou consultoria SAP, por apontar alguns.

Hoje em dia muitas qualificações universitárias, são pos si só insuficientes para assegurar um bom futuro profissional. Em muitos casos, fornecem uma base, sobre a qual é necessário complementar com idiomas, de especialização e outro tipo de preocupações.

Mas também é importante saber escolher o que estudar e onde. Porque nem todas as universidades e centros de formação são iguais. Muitas empresas sabem disso e têm predileção pelos formandos de certas universidades ou faculdades. Não é um fator excludente, nem garante nada por si só, mas, goste ou não, faz parte da carta de apresentação e importa em muitos casos.

Há muitas pessoas que, em vez de titulações com mais saídas profissionais, buscam, na verdade, carreas que estejam bem pagas no mercado de trabalho. Se quiser pensar em como objetivo, ser um dos poucos profissionais que ganham mais de 100.000 euros por ano para a frente. Mas você deve encontrar um equilíbrio entre vocação e a empregabilidade, combinado com uma certa polivalência.

Nos tempos que vêm, o mercado de trabalho pede estar disposto a se adaptar a mudanças constantes. E isso leva muitas pessoas a ir mudando conforme mudam as tendências do mercado de trabalho. Para mudar de setor e a reciclagem adquirindo outras habilidades novas.

As necessidades das empresas vão à frente da capacidade da universidade para formar pessoas preparadas para enfrentar as transformação de trabalho da próxima década. E isso exige estar em constante formação contínua. Nunca deixe de aprender algo novo e tentar buscar novas oportunidades de emprego.

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