Tenho que atribuir pelos presentes de casamento?

Se você vai casar ou se você casado nos últimos quatro anos, que pode se preocupe pensando se você tem ou tinha que ser tributados pelos presentes de casamento que os convidados costumam entregar com motivo do convite para o seu link.

Talvez, em alguma ocasião você já cometeu alguma ilegalidade ou alguma infração, sem o saber. Outras eras perfeitamente consciente, mas passava por alto, já que acha que se tratam de ninharias.

O certo é que um crime ou uma infração, o faça conscientemente ou não, é o que é. Com a tributação dos presentes de casamento acontece exatamente isso.
Mais ou menos, você pode passar pela cabeça que isso de receber uma soma de pequenas quantias que, no total, alcançam um valor não muito elevado, pode ser uma coisa que chame a atenção da Fazenda e seus controles.

Mas, por dizê-lo de uma forma suave, não se pode imaginar que na Fazenda tão puñeteros de exigir a tributação de presentes de casamento? Até parece uma ofensa que o fizessem, tendo a corrupção que existe e que se fixem em pequenas menudencias como essas. Mas essa é a sua opinião. Há que atribuir os presentes de casamento?

Pois tanto se lhe parece loucura que a Fazenda possa exigir atribuir pelos presentes de casamento, como se suspeitar de que poderia ser algo em que a Fazenda poderia ser corrigido, mas que faz vista grossa, estas errado.

Com a Lei na mão, os presentes monetários de um casamento, não deixam de ser uma doação de dinheiro que os convidados fazem os noivos. E que, como tal, devem ser tributados no Imposto de Sucessões e Doações, em uma porcentagem que vai de 0% a 34%, dependendo da região e o grau de parentesco dos doadores.

Calma, não se precipite. Não conheço ninguém que tenha tido que pagar ISD pelos presentes de casamento. Normalmente são pequenas quantidades de dinheiro, que variam entre os 150€ e os 600€. E muitas vezes esses valores são passados por conta. Bem em receitas em numerário ou por transferência em conta.

Mas atenção, os bancos têm a obrigação de fornecer ao Banco de Portugal, a relação de contas, com operacional e indícios por política de prevenção de capitais e depois despachada ao serviço correspondente para que faça algum acompanhamento especial ou o inglês.

Qual é o problema? Pois que ainda que te pareça muito inocente o fato de dar uma conta em um banco para que várias pessoas façam pequenos rendimentos, na verdade, está levando a cabo e pode ser que, sem o saber, um tipo de funcionamento que é usado para colocar dinheiro em circulação e integrá-lo no sistema bancário. Uma prática que se conhece como pitufeo ou smurfing. Por que os bancos também têm que relacionar as contas com somas de renda fraccionados, que, no fechamento mensal atingem os limites de controle de receitas ou recepções de transferências.

Se passam por alto as contas que recebem renda com presente de casamento, os criminosos que querem branquear dinheiro, estariam cada duas por três celebrando casamentos. Não sei se me entende.

De modo que controlar-se controlam as contas das festas de casamento. De fazer uma conta para os presentes de casamento, melhor do que você pagar por transferência e fique creditado a origem do dinheiro. Se muitos fazem de renda, já te digo que vão inspecionar mas a ti não te dizem nada. Muitas vezes, os organizadores reais ou fictícios de casamento, podem repartir-se entre um grupo de convidados certa quantidade de dinheiro em dinheiro, para que engorden receita com a desculpa de casamento. E branquear certa quantidade de dinheiro sem que chame muito a atenção.

E não sabe o avançado que esta a informática para acompanhar a coisas como essas, e os meios de que dispõe a Fazenda para processar esta informação.

Para dizer A verdade, o que se busca Finanças nas contas de casamento, não é fazer tributar os presentes de casamento em dinheiro. Mas controlar todo o negócio que se move em torno de um link de casal e evitar o potencial de fraude que podem gerar essas empresas e profissionais.

Por isso um erro muito importante que você não deve cometer, se não quiser ter problemas com Finanças, é introduzir a soma de dinheiro dos envelopes em conta após o casamento ou tratar de pagar as faturas do banquete, o fotógrafo, etc. De montantes de mais de 2.500€ em dinheiro.

Mais de um, tirou o dinheiro do banco para não pagar comissão pela transferência para a horade pagar os serviços e teve que voltar ao banco a ingresarlo, para fazê-la, porque o organizador do banquete que lhe foi dito que tem que ser assim.

Há muita economia em torno de casamentos e é uma fonte fraude que às vezes gera inspeções, que podem até mesmo significar que presentes todas as faturas dos serviços contratados e pagos para o casamento.

Assim que não jogue nada, até que passem quatro anos, por acaso. Não sabe que as dores de cabeça que podem te dar se você tiver a má sorte de que se abram uma inspeção e cheguem a esse detalhe. Mas poderia acontecer.

Nem é preciso dizer que, se a Fazenda tem no ponto de mira e ter revisto a declaração de rendimentos ou algo parecido, você pode ter mais chances de te ver com detalhes os movimentos com o tema do casamento, mas não se preocupe que é muito difícil que te façam ser tributados pelos presentes de casamento.

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