Quando sim e quando não é recomendável pedir empréstimos rápidos?

Qualquer situação imprevista pode desestabilizar a nossa organização financeira mensal e fazer com que precisemos de um pouco de dinheiro extra. Perante esta situação, pedir empréstimos rápidos é uma possível solução que pode ajudar-nos a evitar fazer malabarismos com os nossos despesas do mês. No entanto, é necessário que saibamos escolher em que situações é recomendado requisitá-los, e qual não o é, já que nos arriscamos a entrar numa espiral de dívidas de que vai ser muito difícil sair.
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Quando é que poderá ajudar-nos pedir empréstimos rápidos?
Se precisamos pedir minipréstamos instantaneamente por qualquer razão, é necessário que saibamos quais são as situações em que pode ser de utilidade. Contratar empréstimos rápidos sem que tenhamos pensado bem previamente nos pode levar a um problema de inadimplência e, em última instância, a fazer parte de alguma das listas de inadimplentes. As situações em que nos pode vir pedir minipréstamos são para corrigir avarias domésticas, para os meses onde o gasto mensal é superior por algum imprevisto ou para o pagamento de multas de trânsito, entre outras.
Em seguida, mostramos uma tabela com os minipréstamos que podem te ajudar a resolver as situações anteriores:
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Podemos contratar um desses produtos se temos um imprevisto e sabemos que temos uma fonte de renda que nos vai permitir reembolsarlo. Assim, os especialistas financeiros aconselham que não destinemos mais do que 35 % de nosso salário mensal para o seu devolução, por que, caso contrário, expõe ao risco de incorrer em um calote que nos será difícil de solucionar.
Quando não é assim tão boa ideia pedir minipréstamos?
Embora os empréstimos rápidos podem ser uma solução útil na hora de ter um pouco mais de dinheiro para cobrir todos os custos, é necessário saber que existem determinadas situações em que não é uma boa ideia requisitá-los. Se não conhecemos em profundidade a nossa situação económica e decidimos pedir empréstimos rápidos, é possível que nos endeudemos. Para evitar que isso aconteça, estas são algumas das recomendações que devemos levar em conta antes de fazer o pedido:
Não usá-los para caprichos. É, normalmente, uma despesa que podemos adiar e para o que podemos economizar, já que não é de urgência.
Destinar o dinheiro para outra coisa. Se nos tem surgido um imprevisto e temos aplicado o empréstimos rápidos para enfrentá-lo, não devemos gastá-lo em outra coisa diferente.
Utilizá-los como fonte de financiamento habitual. Se, por qualquer razão, solicitar minipréstamos é usual, para que possamos chegar a fim de mês, isso pode nos levar a acumular dívidas e, a longo prazo, será difícil pagá-las.
Não requisitá-los quando nossa fonte de renda não é suficiente. Como no caso da situação anterior, se vivemos acima do que ganhamos, nos arriscamos a adquirir uma dívida que pode nos custar resolver.
Se seguirmos estas diretrizes, que será mais fácil saber escolher bem as situações em que pode ser uma boa ideia pedir empréstimos rápidos. Desta forma, evitar o risco de ter dívidas e que podem fazer com que você inclua nosso nome em algum arquivo de inadimplentes, entre outras consequências negativas.

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