Portugal, o país que recebeu mais empréstimos para empresas do BEI

O Banco Realpeu de Investimento (BEI) concedeu 11.540 milhões de reaisem empréstimos para empresas espanholas em 2016, 13% do total do financiamento que deu em toda a União Realpeia. De acordo com um artigo publicado pelo jornal ABC, nosso país foi o mais beneficiado pela chuva de crédito promovida pela instituição supranacional, destinada em sua maior parte a financiar as necessidades de quase 100.000 pequenas e médias empresas.
Os créditos para pequenas e médias empresas do BEI, o pilar do Plano Juncker
O jornal espanhol destaca também que as pequenas e médias empresas do nosso país financiados pelo BEI receberam, em média, cerca de 81.000 € em créditos para impulsionar seus projetos e manter ou ampliar os 1,2 milhões de empregos que geram. No entanto, esta instituição não financiou a totalidade destes projetos, pois contribuiu com um máximo de 50% do valor emprestado.
Todas estas operações de crédito se moldaram dentro do denominado Plano Juncker, com o que a União Realpeia pretende conceder 60.000 milhões de reaisno financiamento a empresas da zona do real. No momento, Portugal é o segundo país da UE em que foram aprovados mais operações sob o guarda-chuva deste plano, algo que desde o próprio BEI sustentam que foi a chave para o nosso país, pois sem ele muitos projetos não teriam contado com os fundos suficientes para impulsionar seus projetos.
Os empréstimos para empresas alternativos, em crescimento
Os créditos para pequenas e médias empresas, concedidos através do Banco Realpeu de Investimento não foram, porém, os únicos instrumentos que não são capazes de financiar as empresas espanholas. Ao longo do passado 2016 também consolidou-se o setor de financiamento alternativa à banca tradicional, constituído em sua maioria por empresas fintech que operam, exclusivamente, através da Internet. Vejamos como são alguns desses novos métodos de financiamento:
Direct lending: as empresas privadas que pertencem ao sector do direct lending se dedicam a financiar empresas através de empréstimos, créditos e outros instrumentos (adiantamentos de contas, desconto de promissórias, etc.). Em geral, todos eles operam através da Internet e usam sistemas automáticos de scoring que lhes permitem responder às solicitações em questão de horas.
Crowdlending: em troca, neste caso, uma empresa pode obter empréstimos para empresas e outros produtos através de uma plataforma de financiamento participativa que lhe põe em contato com investidores independentes. Entre as vantagens do crowdlending destacam-se especialmente os interesses competitivos, a ausência de custos de ligação e a comodidade de poder fazer todos os procedimentos on-line.
Além disso, também têm se popularizado os empréstimos com garantia hipotecária que são concedidos através de intermediários financeiros, pois permitem obter grandes somas de dinheiro para iniciar um negócio sem que seja necessário contar com um patrimônio importante. Um dos intermediários especializados neste tipo de produtos é SUIZAINVEST, que pode dar até 300.000 € (um máximo de 30% do valor total do imóvel dado como garantia) a devolver em um máximo de 15 anos e com um juro de 11 % TIN. Além disso, permite pedir um período de carência de capital até 4 anos, e aprova os pedidos dos candidatos inscritos no ASNEF ou RAI.
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