Por que um banco vai te dar a hipoteca?

Fazendo um exercício de imaginação, se pudéssemos colocar um extraterrestre diante da situação de aplicar para uma hipoteca há 10 anos, e solicitá-la hoje em dia, pode ser, que o alienígena sentia que não estava no mesmo planeta que há uma década. Brincadeiras à parte, o certo é que o endurecimento dos créditos hipotecários nos últimos oito anos tem sido muito notável, e, os filtros que as instituições financeiras usam para determinar quem pode ser beneficiário de uma hipoteca são realmente duros.
É por isso que na hora de aplicar para uma hipoteca, mais se o perfil do usuário é o de um jovem, as dúvidas, já que, aquilo de que com uma folha fixa já era o suficiente para obter uma hipoteca é ou bem uma lenda urbana ou de uma história muito antiga.
As principais questões em que se fixa um banco
A instituição financeira vai levar em conta cinco grandes conceitos para avaliar se deve ou não conceder um empréstimo hipotecário.
Seriam os seguintes:
Nível de receitas
Situação de trabalho
Garantias ou avais
Histórico de crédito
Atraso de pagamento
Devemos ter muito presente que é a união de análise destes cinco pontos de onde surge a decisão de aceitar ou rejeitar nossa pedido de hipoteca isto leva a que em alguns casos o usuário não entenda muito bem como, porém, respondendo, por exemplo, com um nível de rendimentos aceitáveis e a situação de trabalho estável é negada uma hipoteca.
Pois bem, há que compreender que simplesmente falhando em algum dos outros elementos-chave, o peso de um bom nível de renda da situação de trabalho estável pode não ser suficiente para a concessão do empréstimo hipotecário.
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Renda, situação de trabalho, garantias, histórico de crédito e inadimplência
O nível de renda, tem que ver de maneira direta com o que a entidade considera a capacidade de reembolso do empréstimo por parte do requerente. Neste sentido, não devemos ceñirnos exclusivamente a folha de pagamento com renda regular, e, se colocar sobre a mesa todos os rendimentos que geramos tanto sistematicamente como esporadicamente, já que, obviamente, também vão levar em conta essa consideração de nossa capacidade de devolução por parte da entidade financeira.
A situação de trabalho era um elemento muito apreciado até há apenas uma década. No entanto, é certo que o modelo de trabalho foi alterado de forma radical nos últimos anos. Portanto, embora continue a ser um elemento significativo, e, é claro, aqueles usuários com um posto de trabalho estável e um contrato fixo têm algumas vantagens sobre outros modelos de usuário, o certo é que hoje em dia já não pesa tanto ou com tanto nível, como o fez no passado, já que a banca também está ciente de que a alteração do modelo de trabalho.
As garantias ou avais são, de algum modo, uma peça dobradiça que pode acabar decidindo a concessão ou não de um empréstimo hipotecário. São sem dúvida alguma chave muito importante para a concessão de hipotecas, um património por parte do requerente que permita fornecer garantias suficientes complementares às receitas e às outras considerações, facilita muito a concessão de uma hipoteca, se estas garantias vêm por parte de terceiros, mas diminui um pouco a classificação, também são importantes. No entanto, embora pareça o contrário, realmente, as instituições financeiras são reticentes a aceitar garantias duvidosas que possam constituir assumir uma maior carga de imóveis que já possuem.
O histórico de crédito do usuário também é um elemento muito importante, não em vão, pode até ser determinante se o acúmulo de créditos e cartões em uso é muito elevada, já que, presume-se que o usuário não é capaz de assumir a partir de determinados percentuais relacionados com suas receitas despesas que o crédito gerado. Isso é realmente importante, já que a percepção entre o que o usuário pode opinar como acessível e o que a banca entende como inasumible é muito diferente.
Por último, é claro, da inadimplência, tanto no domínio bancário, como até mesmo fora do âmbito bancário, é outro fator básico e fundamental na hora de decidir se concede ou não de uma hipoteca. Aqui ganha uma especial relevância a acumulação de pequenas dívidas ou de dívidas não conhecidas que saltam aos ficheiros de inadimplência, isso pode vir a ser um problema sério já que, em certos domínios da dívida não vai ter importância, tanto em quantidade como pelo simples fato de manter-se em mora.
Podem influenciar também outros fatores na hora da concessão de um crédito, fatores como a permanência na instituição e a fidelidade da mesma, a posse de produtos de poupança vinculados com a entidade, etc., no entanto, realmente trata-se de elementos de acompanhamento aos fatores diferenciais que são os que nós revimos.

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