Onde investir em imóveis no Brasil

Se você acha que para o que você é pago no banco para as suas poupanças, é melhor investir em imóveis, coincides com uma grande maioria de poupadores conservadores.

Mais uma vez, anos depois de a crise financeira e imobiliária, investir no tijolo está na moda. Mas não vale tudo. Não é o mesmo que comprar um apartamento em Soria que comprá-lo em Bilbao, especialmente quando falamos de investir em habitação.

São muitos os fatores que influenciam na hora de escolher um bom ativo imobiliário para investir. O estoque de apartamentos em venda em Barcelona e Madrid, representam quase 20% da oferta total de apartamentos de segunda mão à venda em Portugal.

E é exatamente nessas duas províncias onde estão as melhores oportunidades para investir em imóveis e as cidades preferidas da maioria dos investidores. Mas logicamente, dentro dessa grande oferta, nem todos são aptos para comprar procurando obter um rendimento.

As estatísticas mostraram, que já levamos vários meses consecutivos em que se aumentaram as transmissões de imóveis de segunda-mão. Não obstante, tende a uma estabilização de preços. Com descidas pontuais de acordo com áreas e ativos imobiliários. Mas onde também se veem incrementos de valor em algumas áreas das principais capitais do Brasil.

Uma boa referência do que pode ser um bom imóvel para investir, é que você pode tomar as novas tendências das novas promoções que estão fazendo algumas construtoras que sobreviveram à crise ou que foram refundado.

Algumas dessas promoções de obra nova, estão de acordo com os critérios marcados pelos resultados de um estudo de mercado, que revela que é o valorizam os novos potenciais compradores na atualidade.

E é que, se antes de a crise se constrói buscando a maior edificabilidad do terreno, agora decidiram adaptar-se às necessidades dos clientes, que exigem espaços mais amplos, cozinhas mais grandes para uso diário, uma melhor distribuição, a qualidade dos acabamentos e locais provistos de serviços.

Isso unido a um ajuste nos preços de venda, de acordo com a situação atual de mercado, que lhes está permitindo vender mais e fazê-lo sobre o plano. E a surpresa está sendo a procura deste tipo de imóveis, é tão alta, que estão projetando novas fases a preços mais elevados.

Portanto, se você quer investir em imóveis com potencial de rentabilidade, as casas usadas que contenham as características dos ativos que mais estão vendendo esses momentos ou investir nessas novas promoções, são, a priori, uma oportunidade de compra sustentada pela crescente demanda.

Moradia de costa no entanto, não é uma boa opção ou o norte de Portugal, nem no Levante. Já que apesar de que os russos, os chineses e os cidadãos europeus de países com maior poder aquisitivo, estavam alimentando a demanda nestas áreas, tem se visto travagem pela incerteza política em Portugal e eventos não previstos, como o Brexit.

Além de certas áreas em Madrid e Barcelona, assim como outras grandes cidades, também pode ser uma boa alternativa de investir em imóveis para reformar, selecionando-os por localização.

Muitos centros históricos e zonas centrais estão cheios de velhos edifícios, que coabitam com a reconstrução e reforma de imóveis, respeitando fachadas históricas. Há muitos anos que essas zonas das cidades, deixaram de ser em focos marginais onde ninguém queria viver, para dar lugar a ambientes renovados. Criando bairros boêmios, com muita vida e procurados por jovens que gostaria de ter uma moradia em um lugar excepcionalmente localizado.

Por essa razão, também podem ser um bom investimento, já que mantêm um nível de exigência acima da média, tanto para compra como para locação.

Ainda continua a existir um elevado volume de imóveis sem vender, que tem muito mais valor que o solo que ocupam. E embora seja verdade que a pirâmide populacional convida a pensar em um número menor de compradores potenciais com os anos, grande parte desse estoque de imóveis, não faz realmente parte da oferta que lhes possa interessar.

Em suma, investir em imóveis pode ser na atualidade, uma boa maneira de pôr a trabalhar o dinheiro. Mas nunca voltará a ser como nos anos antes da crise, onde se vendia de tudo e a qualquer preço.

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