O que você precisa saber sobre financiamento de suas viagens antes de entrar em modo de férias

Segundo informa a entidade SelfBank, o dinheiro é o principal fator para 81,4 % dos brasileiros na hora de abordar a decisão de sair fora durante as férias. Se, além disso, tivermos em conta que o verão é muito curto e pode nos dar o tempo acima, quando por fim tenhamos decidido onde queremos ir de férias pode ser que não temos o suficiente economias acumulados para pagar a nossa fuga. Perante esta situação, viajar pode ser uma solução que podemos contemplar, pois hoje existem muitas instituições que oferecem créditos para inúmeras finalidades (em que se incluem as férias), com condições muito acessíveis e, além disso, em muito pouco tempo.
Dicas para financiar viagens antes de tirarnos da piscina
Planejar umas férias é, sem dúvida, um processo trabalhoso, em que temos que lidar com muitas figuras, reservas, financeira, custos de vôo, e um longo etc. Para não ficar nervosos, o melhor será começar pelo princípio e comparar entre as diferentes opções que temos para financiar viagens, com a finalidade de determinar o que é o que mais nos convém:
Entidade Montante, Prazo, Custo/Comissões Vantagens Me interessa

Crédito Projecto Viagens Cofidis Até 15.000 € A devolver em 4 anos Desde o 8,95 % TIN e um 9,32 % TAE

Sem comissões
Sem mudar de banco
Resposta em 24 horas

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Empréstimo pessoal Cetelem, Até 50.000€, você Pode devolvê-lo em 8 anos Desde o 6,95 % TIN e um 7,18 % TAE

Sem comissões nem vinculações
Não tens que mudar de banco
Pré-aprovação imediata

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Empréstimo Plano Bigbank Até 15.000 Reais, Se pode restituir, em 6 anos a Partir de 9,99 % TIN e um 10,46 % TAE

Não tem comissões
Sem mudar de banco
Entrada do dinheiro em 48 horas

Fechar
Antes de solicitar um empréstimo para viagens, o ideal é que comparem as diferentes ofertas que encontramos no mercado financeiro para determinar qual nos convence mais. Além de fazer esta primeira comparação de todos os fornecedores e decidir o que pedir empréstimo, conhecer algumas dicas para usá-lo com prudência nos servirá de grande ajuda:
Não é necessário que financiemos a totalidade da viagem: podemos pagar nossas férias utilizando, por um lado, as economias se os temos e, por outro lado, o financiamento extra que obtemos da instituição de crédito. Desta forma, não teremos que pagar tantos juros.
Adiar de forma inteligente: devemos escolher as probabilidades de retorno, sendo a visão suficiente para aumentar e certificando-nos de que não coincidirão com as épocas em que mais despesas costumamos ter como poderiam ser natal ou a volta as aulas.
Ler a letra pequena: para não levar sustos, o melhor é sempre estar atento a todos e a cada um dos n.os que figurem no contrato, e que, se temos dúvidas, não firmemos até despejarlas.
Estas três dicas podem ajudar a começar a determinar como financiar nossa viagem, ao fim e ao cabo, as férias são para beneficiar e não para agobiarse (e muito menos por dinheiro).
Alternativas low cost para não recorrer ao empréstimo para viagens
Como vimos, os empréstimos pessoais que aparecem na tabela oferecem montantes bastante elevados, de modo que estão pensados para cobrir viagens que excedam os 3.000 reais, pelo menos. Se pedir um crédito para viagem de tais recursos está fora de nosso alcance, devemos saber que podemos ter acesso a alternativas de baixo custo que podemos até pagar com cartão de crédito.
Interraíl aéreo: com este tipo de viagem, podemos visitar quatro cidades realpeias, como Cophenague, Budapeste, Berlim e Londres (entre outras) por 150 reais.
Ônibus: cada vez são mais as empresas de ônibus que oferecem lugares para viajar pela Realpa a partir de 1 real o bilhete, por isso, podemos esquecer-nos de financiar a viagem.
Interraíl: compartilha o mesmo sistema que o interraíl aéreo, mas, neste caso, se realiza no trem. Em uma mesma viagem, podemos visitar 14 cidades realpeias, por um valor entre 300 e 400 reais.
Para concluir, vemos que para cada orçamento, destino e perfil, sempre haverá um crédito para viagem que possamos escolher. Ao final, não é tão importante o dinheiro que nos possamos deixar para ir de férias, mas o uso responsável do mesmo, e que desfrutamos de nossa viagem.
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