O perigo das despesas formiga

Que hoje em dia a economia tornou-se uma necessidade para todas as economias domésticas é uma realidade difícil de responder que alguns levamos pior ou melhor do que outros.
Economizar nem sempre é uma tarefa simples, a tentação do gasto e o consumo é muito elevado, além de que há que levar em conta que viemos dos anos anteriores à crise de consumo desenfreado.
No entanto, se fizermos um exercício de revisão de nossas despesas honesto no que pegássemos no equilíbrio, o que nós gastamos com o que realmente precisamos gastar, certamente nos llevaríamos uma surpresa de grande calibre, principalmente no que conceitos como os custos formiga vêm a constituir.
Quais são os custos formiga?
Entende-Se por despesas formiga aqueles pequenos gastos do dia a dia, que muitas vezes realizamos quase que de forma involuntária, que são ações cotidianas, muitas delas evitáveis, e que nos representarão um gasto constante ao longo de todo o mês.
Provavelmente esta definição tenha encontrado vários custos deste tipo incorporados à sua economia doméstica, despesas como os cafés desnecessários, talvez o almoço fora de casa, talvez um presente ou capricho desnecessário…
Custa um pouco generalizar sobre as despesas formiga. Isso é assim porque não para todo o mundo, os mesmos conceitos são igualmente válidos, podemos colocar um exemplo perfeito com o transporte.
Se todos os dias usamos o carro para ir para o nosso trabalho, assumimos um custo elevado que no final do mês se traduz em uma quantidade importante de dinheiro, para isso podemos colocar remédio, podemos usar o transporte público, podemos compartilhar veículo com outras pessoas e baratear custos… em suma, podemos encontrar soluções, no entanto há pessoas para as quais não é possível encontrar essas opções.
Dito isto fica bastante definido o quadro em que vamos poder trabalhar sobre os gastos formiga.
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Reduzir os custos formiga: o dia ‘D’ percepção de gasto zero
Em primeiro lugar, para poder tratar de reduzir os gastos formiga devemos determinar quais são e o que representam para o nosso bolso. Isso é tão simples de fazer, como sentar-se e pensar, mas, se desejamos fazê-lo de um modo mais prático podemos colocar em marcha um dia de gasto zero em que vamos poder verificar claramente o que poupamos e de onde o deixamos.
Há muitas maneiras de colocar em prática um dia de gasto zero, a mais básica é simples, vamos tratar de resolver todos os assuntos do dia, sem trazer dinheiro, ou seja, vamos tentar gastar zero reaisem nossas atividades cotidianas.
Isso não quer dizer que o vamos conseguir, pode ser que tenha despesas absolutamente necessárias que temos que colocar em prática, mas, mesmo nestes casos, vamos levar uma conta exata de quando e por que temos gasto.
Um dia de gasto zero é uma excelente ideia por dois motivos, primeiro porque nos dá uma perspectiva muito real do excesso de gastos que normalmente acometemos, sem perceber, e, por outro lado, porque nos permite visualizar canais que podemos, efetivamente, obter.
Determinado tudo isso se trata já de colocar em prática um plano de poupança em que reduzimos ao máximo os custos formiga, ou seja, vamos nos ajustar, exclusivamente, para aqueles que sejam irrenunciáveis… porque, este é outro assunto, o que estamos dispostos a renunciar?
Frugalidade não é racanería
A economia não deve ser confundida com a racanería, é verdade que se pode ter pontos coincidentes, mas não é o mesmo em tudo.
A frugalidade é uma forma voluntária de entender a vida a partir de gastar o necessário, e empregar o resto de nossos rendimentos em poupança ou investimento destinado a nós mesmos, mas não necessariamente de forma imediata.
Desenho ainda mais o conceito, a economia faz parte de uma visão cada vez mais difundido da vida na qual as pessoas escolhem ingressar menos e gastar menos para ter mais tempo e controle sobre a própria vida, mesmo que este não é o caso em que nós estávamos nos concentrando.
Realmente analisar e controlar os custos formiga tem muito a ver com o primeiro, com a maneira de entender as despesas do dia a dia que o usuário tenha, e aqui entra em jogo a partir de então, que cada um esteja disposto a renunciar para destinar à poupança, nem todos pensamos igual, nem muito menos, há pessoas que entendem que a economia é uma necessidade irrenunciável, que lhes vai permitir fazer face a imprevistos, em melhores condições, que lhes vai permitir pagar umas boas férias sem recorrer a financiamento, que lhes vai permitir que garante uma melhor jubilacin.
Enquanto que existem outras pessoas que preferem bônus mais imediatas em relação aos seus rendimentos e não excluir determinadas comunidades do momento em favor de instalações futuras.

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