Manual para cobrar o desemprego

A sua vida depende de um salário? Não te assustes, acontece a todos…
Desde o nosso primeiro emprego fazemos a nossa parte para que, pouco a pouco, a nossa pequena montanha de poupança vá aumentando e com ela poder comprar um carro, para tornar-se independente, formar uma família…
Mas, o que acontece quando tudo isso se desmorona? Infelizmente, nos últimos anos, todos nós poderíamos dizer que temos conhecido um caso de perto, ou mesmo, que nesse caso estamos vivendo em primeira pessoa.
O problema disso, é que o nosso dia-a-dia depende disso. De um salário. Por isso, hoje queremos contar passo a passo de como agir, uma vez que nos libertam, para cobrar a taxa de desemprego imediatamente no mês seguinte, e evitar que a nossa economia prejuízo muito.
Mas, ao mesmo tempo em que gerencia todos os procedimentos para cobrar o desemprego, não te dês por vencido, e começa a procura de emprego o mais rápido possível. Aqui te damos várias dicas para ter sucesso na hora de encontrar trabalho .
Direito a cobrar o desemprego
O que conhecemos comumente como “desemprego” é uma prestação pecuniária de desemprego, que visa a proteger as pessoas que perdem o seu emprego, por demissão, contra a sua vontade, ou a conclusão de um contrato temporário.
Mas também têm o direito de levantar os trabalhadores de empresas que realizam um expediente de regulação de emprego (ERE) que obriga a empresa a reduzir temporariamente a jornada dos trabalhadores, recebendo, assim, um salário menor, proporcional às horas trabalhadas.
Mas, além disso, para ter direito a receber a taxa de desemprego, é necessário cumprir 4 requisitos:
Estar afiliado e em situação de alta Segurança Social em um regime que contemple a contingência por desemprego.
Encontrar-se em situação legal de desemprego e comprovar disponibilidade para procurar trabalho ativamente e para aceitar uma colocação adequada. Para isso, basta inscrever-se para o desemprego.
Ter, pelo menos, 12 meses de contribuições para a Segurança Social. Não têm que ser seguidos, mas sim ter 12 meses de contribuição cumpridos nos últimos 6 anos, e que esses 12 meses de contribuições não tenham servido em ocasiões anteriores para cobrar a prestação.
Não ter completado a idade de aposentadoria, a qual daria direito a uma pensão de reforma, e não a prestações de desemprego.
Formalidades para se candidatar
1. Inscreva-se no desemprego
Uma vez que você está inscrito como candidato a emprego, ou, o que é o mesmo, você está inscrito para o desemprego, poderá pedir o desemprego em um prazo de 15 dias seguintes ao último dia trabalhado (sem contar sábados, domingos e feriados).
2. Marque uma consulta
O pedido de subsídio de desemprego pode ser feito de duas formas:
No escritório físico do INEM (aqui deixamos um link para que você pediu a sua citação por internet).
Ou, se preferir, você pode fazer seu pedido através da internet de forma mais confortável
3. Prepara a documentação necessária
Para validar a sua prestação, necessita de uma série de documentos necessários, o que se listamos aqui:
Cartão de desemprego.
Pedido de prestação contributiva (impressa). Você pode descargártela do aqui e preencher com seus dados.
Documento de identificação (sim, verifica-se que não está expirada!)
Contratos de trabalho a tempo parcial (se você tiver) dos últimos 6 anos anteriores à cessação e, se tiver, os certificados de empresa.
Duração de prestação de serviços, e ajuda depois do desemprego
O tempo durante o qual você recebe o montante de subsídio de desemprego varia de acordo com as contribuições que tenha acumuladas durante os últimos 6 anos.
Na tabela a seguir, elaborada por citapreviainem.comse refletem os dias a que tem direito de acordo com a cotação:

E para saber qual o montante receberá, aqui você encontra uma calculadora que lhe ajudará com o autocálculo de prestações por desemprego.
Mas uma vez que a taxa de desemprego termina, se ainda em situação de desemprego, é provável que tenha direito ao subsídio por citações fraca ou insuficiente, ou algum tipo de ajuda extraordinária a que possa aceder.
Para saber se é o seu caso, recomendamos ligar para a agência de emprego, para que possam dizer, no seu caso concreto, se você tem ou não direito a uma ajuda depois do desemprego.
Mas aqui deixamos mais informação sobre os apoios existentes.
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Não desista
A situação de desemprego geralmente causa um estado de desânimo ao ver que, por mais cv que enviamos, não temos nada. Mas, como dizia Paulo Coelho:
“Não desista. Geralmente é a última chave do chaveiro que abre a porta”
Então, não jogue a toalha, e a por isso!. E para te ajudar, aqui lhe deixamos uma série de artigos que podem inspirar você a encontrar o trabalho que você precisa:
Como encontrar o emprego de seus sonhos em um mês
Em que trabalhar quando não encontrar trabalho
As melhores aplicativos móveis para encontrar trabalho
Consegue sucesso em sua prócima entrevista de emprego
Esperamos ter podido ajudá-lo. Para qualquer consulta que queira fazer-nos, estamos à sua disposição! Escreva-nos um comentário e lhe responderemos o prazer ??

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