Investir antes ou depois das eleições

Você está pensando em investir na bolsa espanhola, mas não sabe se é uma boa hora? Você se mantiver em liquidez, porque não sabes o que acontecerá após as eleições gerais na Espanha? Investir antes ou depois das eleições? Essa é a questão de verdade.

Em geral, há um grande impasse entre o investidor particular diante da incerteza que gera a iminente eleição de um novo governo em Portugal para os próximos quatro anos.

Estando no início da recuperação, depois de uma crise profunda e transformadora, qualquer passo em falso poderia mudar completamente o cenário.

Por essa razão, se você instalou a desconfiança e há muitas dúvidas sobre o que acontecerá nos próximos meses. Mas no final tudo se traduz em expectativas. As representações de cenários maioritariamente negativos, fundadas em meras suposições. Vejamos algum argumento mais que te ajude a decidir se é melhor investir antes ou depois das eleições.

Nos aproximamos do final do ano e é o momento que muitos escolhem para analisar a evolução de suas carteiras de investimento, vender alguns ativos por questões tributárias e reposicionar o dinheiro nas opções de investimento mais atrativas para o ano seguinte.

À margem de fatos inesperados que possam mudar o rumo dos acontecimentos e me refiro a ações terroristas ou um iminente conflito bélico no oriente médio, o que mais pode influenciar a direção dos mercados a curto prazo, são as eleições gerais de 20 de dezembro.

É uma data muito delicada, porque coincide com um momento em que os investidores institucionais costumam fazer muitos movimentos por motivo fiscal ou composição das carteiras de investimento.

Primeiro vou contar qual é o cenário de fundo em que nos movemos. A priori, continuamos mantendo elevadas taxas de desemprego, mas há uma certa melhoria e estão criando postos de trabalho. As taxas de juro mantêm-se em ambiente de tipos de zero, o que facilita o endividamento e incentiva o consumo de quem tem poupança não remuneradas.

Se você ativar o consumo, isso se traduz nas contas de resultados das empresas. E se existem os maiores benefícios, se vai acabar, estando cotada nos mercados. E isso está se vendo, tanto em Espanha como em outros países europeus.

Além disso, a macro está lá. E temos um BCE apoiando e injetar liquidez. Pode ser que em dezembro anuncie mais medidas extraordinárias. E vai haver uma rotação de orientação geográfica das carteiras de investimento de muitos fundos, a partir dos EUA para a Europa. Já se vê, de fato, diante da iminente subida das taxas de juro por parte do FED.

De acordo com isso, se agora o mercado se coloca a tiro, o melhor seria investir antes das eleições.

Mas claro, o temor é que as eleições não saia de uma maioria suficiente e não pode pactuar com nenhum outro jogo com o que conseguir maioria absoluta. É dizer, de início, um problema é que há um governo que não possa levar adiante medidas de governo. Ou seja, uma italianización do parlamento.

Em caso de sim, que seja possível a governabilidade do país com um segundo ou dois ou mais bandas, varia muito como reagiria o mercado para as possíveis combinações.

As que mais gosta o dinheiro e os mercados são PP-Cidadãos, PSOE-Cidadãos, PP-PSOE. E que pior do PSOE-Podemos e PSOE-Podemos-PNV-CEI ou qualquer outra quantia que inclua um partido independentista.

As três primeiras opções são de estabilidade. As outras duas huiría muito dinheiro com os mercados, pelo menos a curto prazo.

Muito provavelmente, aconteça o que acontecer, a bolsa cai. Já que não se sabe que opções de acordo entrarão em cima da mesa, até que passados uns dias. Mas pode intuir. Conta com que qualquer cálculo que possa antecipar o mercado, o valor será deduzido automaticamente.

Sob um raciocínio de incerteza, o mais sensato seria investir após as eleições, ou seguir sem fazê-lo em função do resultado. Por outro lado, tenha em conta que vai haver muito dinheiro esperando que fazer. Se, depois, as coisas são claras, o mercado poderia atirar e então, já seria tarde.

A questão é que, em qualquer um dos cenários possíveis, a não ser que saia um governo de esquerda com uma abordagem um tanto extremo, a médio prazo, a bolsa deve normalizar. E os fundamentos de fundo continuariam lá. Assim, qualquer reação à baixa deve ser interpretada como uma oportunidade clara de compra.

Agora, se você decidir investir antes das eleições negligentes em relação a um resultado de estabilidade e governo, mas depois descobre-se que você está errado, deve evitar certos setores. Por exemplo, as elétricas. Iberdrola, Endesa, a Enagás, Gás Natural, etc., Estão, em detrimento das políticas de preços da energia. Portanto, nem tocar. Uma descida dos preços de um novo governo seria letal.

Também não concordam com as construtoras. Pois dependerão, em grande medida, das licitações e orçamentos que atribua a obra pública, o novo governo. E relação com isso, o setor mais sensível a qualquer arrefecimento da conjuntura econômica do país seria o setor financeiro. Que reagiria mais que proporcionalmente o fará com a média do mercado em uma direção ou outra.

Portanto, vendo tudo isso, decidir investir antes das eleições ou depois, depende em grande medida das expectativas pessoais. As chances de um governo de estabilidade são altas, mas não o suficiente. Portanto, a decisão fica quase em um cara ou coroa, se a decisão é antes da eleição. Assim, como indica o consenso do mercado, parece certo que o melhor será esperar a investir depois das eleições e aproveitar as sobrerreacciones para a baixa, se as há, pois, a conjuntura acompanha.

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