Economia para leigos

Com este título, você vai encontrar livros atípicos de economia que se afastam dos conceitos complicados que falam os estudiosos na matéria, mas que vai contribuir no entanto conhecimentos de economia doméstica. E, nesse sentido, o que se deve levar em conta que a economia não precisa, muitas vezes, grande formação, mas o que você precisa é de muita aplicação lógica para o dia-a-dia e senso comum.
O conceito para dummies se generalizou e se refere a uma ideia de iniciantes, de pessoas que não têm conhecimentos profundos ou profissionais da área, mas que, no entanto, é que podem aplicar estes critérios e temas para o seu dia-a-dia e ajudá-lo a gerir melhor a sua economia diária.
Realmente o que se persegue com uma Economia para Leigos é para que você entenda de forma simples e clara coisas como que você possa identificar as grandes forças que movem a economia mundial, como podem afectar a sua economia diária das diferentes decisões dos políticos e dos governos, aprender a ver os alarmes e riscos em sua economia antes que se produzam para poder colocar remédios anteriores e evitar desastres. Em suma, para que você aprenda a gastar seu dinheiro com bom senso e responsabilidade.
“3065”]
Passos para ser um dummie com suas finanças
Primeiro, você precisa de partir de uma ideia clara de que a Economia não é uma ciência exata, e com isso, não espere que tudo saia exatamente como você pensou em termos monetários, mas sim que saia na direção em que seu acreditavam que eu iria sair. Se você acha que você deve contratar determinado produto de poupança, porque pode ser que você tenha um gasto no futuro e quer ser previdente, se no final, surge esse gasto honestidade razão.
Que tenhas metido menos ou mais do que julgou, é direito do mouse, isso é algo que não se podia saber ao certo, mas se você foi capaza de ver chegar a essa necessidade no passado e contratar esse produto porque ele sabia que você iria se beneficiar. Coisas como estas é que você pode encontrar-se no que entender de Economia para leigos.
Já vê que não me afastou muito do que dita o senso comum, o que, infelizmente, não é o mais comum dos sentidos.
Uma das coisas que você deve saber para poder falar de economia, com o sentido responsável, é o fato de que, neste planeta, infelizmente, tudo é limitado. Ou seja, seus recursos, os recursos de que dispões em sua economia diária são limitados, o que vai exigir que tomar decisões em determinados momentos que digam respeito a esses recursos. É aí que o interesse pela economia para leigos pode marcar a diferença entre o que consegue emparelhar ou que falhe o flop na decisão que tomas.
Não se deve pecar otimista ao falar de economia, mas muito menos do que pecar é negativo. Você deve ser o mais realista possível, e ter sempre uma máxima presente: sempre evitar o mal maior. A economia vai por ciclos, é como um pêndulo que oscila, e com isso o que você deve sempre tentar é que o mal maior, caso ocorra não chegar até você, porque você tenha tomado decisões e medidas em momentos adequados. Então, se por sorte, acontece o maior bem em vez do mal maior, a coisa sempre será positiva.
Nesse sentido, a chave principal de ser um bom economista “dummie”, passa por ter os pés no chão e procure a todo o momento o fracasso, esconder suas conseqüências.
Em uma ocasião, um amigo meu, pensei em comprar uma casa, e calculou quanto seria o máximo que você pode fazer com seu salário atual para poder pagar as suas quotas por mês v com folga. A racionalidade seria o mesmo que pedir por algo menos por acaso a coisa ficava feia. Não obstante o escolheu justo o contrário, pensar que se tinha, agora, que o salário, com o tempo, iria a mais, equivaleria, cobrar mais por antiguidade, o que lhe permitiria enfrentar uma taxa de hipoteca por mês maior.
Para quê comprar um apartamento, agora, um preço que não lhe convenciese se em alguns anos poderia pagar a quota de outro andar que se realmente o convencia que era mais caro?
O que você acha como economista dummie deste exemplo? O que terias feito tu nesta situação?
a) Pedir uma hipoteca ajustada ao máximo os seus rendimentos atuais, com o que, diante de qualquer imprevisto, poderiam surgir problemas.
b) Pedir um empréstimo que lhe permitisse viver folgado com seus rendimentos, logicamente, menos dinheiro e mais barato, o apartamento para comprar.
c) Pedir uma hipoteca acima das suas possibilidades e receitas atuais com a esperança de que suas receitas seriam aumentar o tempo e, enquanto isso, viver de suas economias até que esse dia chegasse.
Seja sincero, o que terias feito?
Como bom dummie, terias escolhido a opção b), ou mesmo se você se esforça algo, a opção a), mas duvido muito que, como dummie tiveres escolhido, c).
Ora, para que vejais como a economia, tanto a nível macro ou números da economia nacional ou mundial como a nível micro ou economia doméstica não é uma ciência exata, esta pessoa escolheu a opção c) e correu bem. Ao cabo de pouco tempo, tomar a decisão subiu e começou a poder pagar e de forma tranqüila da hipoteca. Acertou, mas foi a decisão correta?
E é neste momento do exemplo, quando vos darei a última máxima que prima na economia e que tudo dummie tem que ter sempre presente: benefícios passados não garantem ganhos futuros. A pessoa neste exemplo, voltou a fazer os mesmos cálculos, ao cabo de alguns anos para mudar de casa, e, como lhe tinha corrido bem a primeira vez, voltou a optar pela opção c).
Durante o primeiro ano a coisa voltou a salirle bem, mas com a agudeza da crise a coisa é torcida, reduziram-se os rendimentos à metade e, em vez de ter ido para evitar o mal maior a toda a costa, contém todo o bem maior, deixando a coisa, infelizmente, de cabeça para baixo.
E é que, como aviso ou conselho como um bom dummie te digo apenas uma coisa: a economia não é uma ciência exata, e conta muito com a sorte.

Deixe um comentário