Conheça a verdadeira razão por que deveria ter um fundo de emergência

Você está vivendo o dia? Você tem problemas para chegar ao final do mês? Você sente que não tem controle de suas despesas? Você está preocupado de não poder pagar suas faturas? Pois talvez vai sendo hora de que considerares economizar para criar um fundo de emergência e proteger suas finanças pessoais.

Muita gente todas essas coisas do dinheiro, os impostos, planejamento financeiro e bla bla bla, lhes incomoda muito. Não lhes interessa. Acreditam que isso é para outros que têm muito mais dinheiro. Ou simplesmente pensam que realmente o aconselhamento financeiro nas finanças e educação financeira não coloca muito valor em suas vidas.

No entanto, na vida dessas pessoas como a sua, o dinheiro e as finanças estão presentes constantemente. O queira ou não, faz parte do sistema e você está jogando o mesmo jogo que todos os outros. Consumimos para viver e precisa gerar receita para pagar o que compra. Conhecer as regras de jogo, para poder viver melhor depende de você.

Ter um fundo de emergência tem uma função muito clara, que é proteger de imprevistos, para os que não tem dinheiro suficiente com o que lidar com elas. Você acha que a ti não te faz falta? Descubra a verdadeira razão pela qual você precisa ter um fundo de emergência.

Olha, é uma questão cultural e geracional. Em Portugal, normalmente, quando uma pessoa passa por problemas financeiros, recorrendo normalmente à família. Muitos jovens que gostam de uma grande qualidade de vida, graças ao esforço, energia e sacrifício de seus pais, não sabem o que é viver épocas de escassez.

Pode ser que você sim. Agora começa a haver cada vez mais pessoas que passam uma vida melhor a uma vida pior, com menos luxo e mais o problema econômico. Mas se um dia não chegar ao final do mês, pode ser que seus pais possam ajudar a pagar as contas. Muitas hipotecas estão pagando com as pensões dos pais já idosos.

Se você não pode ir à família, porque não estão financeiramente em uma situação folgada, dá-te pressa, ou simplesmente quer manter as aparências e não tiver um fundo de emergência para imprevistos, a próxima opção é a dívida.

Assim está montado o sistema. Primeiro se fazem competir com os outros. Ganha um bom salário. Se veste bem, viaja, cuide de si, compre um bom carro, mora em uma boa área seja de aluguel ou comprar uma casa na propriedade. E mais uma vez metido nessa roda, se não se dá o bolso para sustentar esse ciclo de consumo o que você foi, vá ao banco e você terá a solução.

A compra hoje, e para a paga de manhã, é uma grande armadilha para as economias de muitas famílias. Tudo se apresenta de uma forma muito simpática e é verdade que, em um dado momento, seja um recurso mais do que jogar. Mas o crédito é essa laje que pesa sobre muitas pessoas e lhes coarta a liberdade financeira.

Uma forma de evitar isso, é poupando em primeiro lugar, para criar um fundo de emergência. Mas a grande pergunta, claro está que é e Como se consegue esse colchão de poupança para imprevistos?

O primeiro de tudo é rever os hábitos de consumo. E detectar se há algo de que se pode prescindir ou você pode substituir por outra opção mais económica. Diante de qualquer decisão de consumo básico não há que se fazer sempre a mesma pergunta, será que realmente preciso?

Note que o marketing e a publicidade é uma máquina que foi projetada para que liberte seus impulsos de consumo mais irracionais. Muitos despesas fazemos por critérios meramente emocionais. São decisões não meditadas. E fazem com que nosso cérebro cair em todas as armadilhas sobre decisões de dinheiro.

Se você não fizer, habitualmente, um conselho que posso te dar, é que se deve tornar um hábito para manter o controle de despesas e receitas que você tem mês a mês, com uma simples folha de Excel de contabilidade pessoal. Pode ser muito útil para tomar consciência de onde vai o dinheiro e onde pode cortar.
Superada esta fase, deve ter algo de renda para separa do dinheiro que tem para gastar.

O método mais simples para criar o fundo de emergência, é usar o método do págate a si mesmo primeiro. Que não é mais do que o hábito de separar uma quantidade de dinheiro, cada vez que tiver um ingresso, para uni-lo nesse fundo de emergência.

O melhor que podes fazer é que esse desenvolvimento se faça de forma automática em uma ou várias datas ao longo do mês. Que o considere como um dinheiro que vai em pagamento do mês. E que vá para uma conta que não tenha fácil acesso para a despesa. Ou seja, onde não tem um cartão de associado para poder fazer pagamentos etc.

E assim pouco a pouco o seu colchão de economia vai crescendo. Onde você deverá guardar esse dinheiro para o fundo de emergência?

O ideal é que vá a uma conta corrente separada do resto onde você tem as suas despesas do dia-a-dia. Que tenha alguma remuneração sem risco e fácil disponibilidade. Já que não se sabe quando pode surgir o inesperado.

Quanto há que ter guardado em fundo de emergência?

Criar um fundo de emergência leva tempo. Mas pelo menos deve ter o suficiente para cobrir entre três e seis meses de suas despesas fixas mensais. E um máximo de dois anos de despesas fixas. Lembre-se que você pode ter que ajustar para cima ou para baixo, de acordo com os seus rendimentos e o seu estilo de vida.

Parece uma bobagem, mas poupar para um fundo de emergência deve ser um dos primeiros objetivos de poupança de qualquer pessoa. Já que oferece a paz de espírito e, acima de tudo, você evita entrar na roda do crédito rápido e a dívida. Que é o que no final pode acabar desbaratando suas finanças pessoais.

Conta-me como fazes. Já possui o seu fundo de emergência? Quantos meses de despesas cobre? Qual é o produto financeiro guardas esse dinheiro?

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