Bases da ortografia portuguesa: O Avarento e O Ouro

Estava lendo esta fábula sobre o conceito de riqueza e o que podemos fazer com ela. Temos sempre que pensar que não é o dinheiro que é o mais importante, se não as coisas que podemos fazer com ele, para o nosso futuro e o de nossos entes queridos.
Não devemos sacrificar aquilo que temos e nossas vidas para acumular riqueza, porque no final pode ser o mesmo que não ter nada. O bom é encontrar o equilíbrio entre os dois: Desfrute de nossas vidas, mas, ao mesmo tempo pensar no futuro. Leia esta pequena história e deixe-nos saber o que você pensa:

Um avarento, vendeu tudo o que tinha de mais e comprou uma peça de ouro que enterrou na terra à margem de uma velha parede e todos os dias ia a olhar o site.

Um de seus vizinhos observou suas frequentes visitas ao local e decidiu descobrir o que se passava. Logo descobriu o tesouro escondido, e cavando, pegou a peça de ouro, robándosela.

O avarento, a sua próxima visita encontrou o buraco vazio e jalándose seus cabelos se queixava amargamente.

Então, outro vizinho, descobrir sobre o motivo da sua queixa, o consolou, dizendo-lhe:

Dá graças de que o assunto não é tão grave. Vai e traz uma pedra e coloque-a no buraco. Imagine-se, então, que o ouro ainda está lá. Para ti será o mesmo que aquilo seja ou não seja ouro, já que por si só não faria nunca nenhum uso dele.

Link Original:
http://www.fabulasyesopo.com/fabulas-de-humildad/el-avaro-y-el-oro/

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