As despesas de cartório de créditos, o custo que melhor se esconde dentro da “letras pequenas”

Em 23 de dezembro de 2016, o Tribunal Supremo espanhol declarou a nulidade dos custos de formalização das hipotecas, ou seja, as despesas de cartório, de registro, de prestador de serviços administrativos e o imposto sobre actos jurídicos documentados (IAJD). No entanto, no caso dos créditos para famílias, destinados a financiar suas necessidades de consumo, os pagamentos a terceiros não são nulos, assim, é muito importante que antes de adquirir um desses produtos nos vamos ler atentamente as “letras pequenas” da oferta para saber se teremos que formalizar o contrato em cartório.
Quanto me cobrará o notário por formalizar um crédito ao consumo?
A primeira coisa que devemos saber sobre os chamados pagamentos a terceiros é que nem todos os créditos ao consumo têm que ser assinada perante notário, pois muitas instituições preferem não fazer passar aos seus clientes por cartório para economizar tempo na formalização do contrato. Outros, no entanto, preferem formalizar seus empréstimos para fazer face a esses funcionários públicos para assegurar-se de que o proprietário conheça as condições do produto, nesse caso, sim, há que enfrentar os chamados pagamentos a terceiros.
No caso de nosso banco, sim exija assinar seus créditos perante um notário, os honorários deste profissional correrão por nossa conta. No caso dos créditos com garantia pessoal, este custo tende a ser de 0,3 % do principal do empréstimo contratado. Por isso, se quisermos adquirir um crédito de cerca de 10.000 €, deveremos pagar ao notário cerca de 30 € e, em troca, ele nos explicará em detalhe todas as condições de financiamento.
Para saber se deveremos comparecer ao cartório devemos fixar na rubrica “Custos do crédito” conteúdo na guia INE do empréstimo solicitado. Nele devem aparecer todos os custos do produto (taxa de juros aplicada, TAE, comissões, prémios de seguros, etc.) e, se for o caso, se há de pagar honorários a obrigação de cartório.
Créditos sem despesas de cartório: quais são os melhores?
Como dissemos, algumas instituições financeiras não nos obrigarão a formalizar seus créditos perante um notário, pelo que se usarmos seus produtos, nos conservaremos o gasto de pagamentos a terceiros. Na tabela a seguir mostramos alguns exemplos:
Créditos Montante Interesse Mais info

Crédito Projeto Cofidis Até 15.000 € Desde o 4,95 % TIN (5,06 % TAE)

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Empréstimo pessoal Cetelem Até 50.000 € Desde o 5,95 % TIN (6,12 % TAE)

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Empréstimo Plano Bigbank Até 15.000 € Desde o 6,74 % TIN (6,95 % TAE)

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Empréstimo EVO Finance Até 30.000 € a Partir de 7 % TIN (7,23 % TAE)

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Esses créditos, além de não ter que ser formalizado em cartório, não têm comissões ou produtos ligados de qualquer tipo e você pode contratar sem ter que mudar de banco.
Outros custos de empréstimos que às vezes se passam por alto
O custo de formalizar os contratos de trabalho dos créditos é o que se costuma passar mais por alto, em grande parte porque não se costuma mencionar nas comunicações publicitárias dos bancos. No entanto, muitos consumidores destes produtos não prestam atenção a outras despesas igualmente importantes, como as comissões e os custos de ligação. Se não queremos seguir o mau exemplo, antes de solicitar créditos a qualquer entidade, recomendamos baixar o guia gratuito de Blog Economizando “Como pedir um empréstimo pessoal no banco, em 25 perguntas”, que nos ajudará a calcular o custo total dos produtos que nos interessam.
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