A responsabilidade financeira do cliente-banco

Se você é dos que têm algum problema com alguma instituição financeira, por alguns dos produtos que estão tão na boca de todos, hoje, infelizmente, a certeza de que já tem mais ou menos claro o que é a responsabilidade financeira. Mesmo assim, não está de mais, que você continue lendo este artigo.
Regra geral, quando se lê algo sobre a responsabilidade financeira, a primeira coisa que você pensa é que alguma entidade ‘enganado’ para algum cliente e tem que ‘pagar’ por isso, ser responsabilizado por atos ‘torticeros’ que buscavam somente o que o cliente voltou para o que a entidade queria que voltou.
Mas esta ideia de que tanto abunda é somente um lado da balança que se deve ter sempre em conta.
Falar de responsabilidade financeira em relação cliente – banco, você deve entendê-la como algo global, como um quadro de acção que deve regular sua relação com a sua entidade e que implica que o utilizador e a entidade tenham direitos e obrigações que apreciar ou cumprir.
Se você se dá conta, tudo o que você faz com o seu banco acaba sendo um contrato entre duas partes, desde abrir uma conta corrente, solicitar um cartão de crédito ou mesmo assinar um contrato de hipoteca. Contrato que deverá ser recolhido em um papel, em que figuram as partes signatárias, bem como todas as ‘cláusulas’ que vão dirigir o contrato.
O que levante a mão a alguém que está lendo este artigo que não tenha assinado algo em seu banco, alguma vez, sem olhar para o que estava assinando?
O presumir a boa-fé das partes é algo fundamental na sua relação com a sua entidade, pois se não se fías, ou você acha que está fazendo algo de má fé, por que você segue e essa entidade como um cliente?
Eles têm a responsabilidade financeira de informar o que está assinando antes de colocar a caneta para trabalhar. Mas você tem a responsabilidade financeira de ler o que você está assinando: você tem o direito a ser informado e a obrigação de saber o que assinaturas em cada momento.
O que acontece hoje é que muita gente, espero que tu não deu por bem, o direito à informação que lhe dava o funcionário de turno em um determinado produto, e não cumpriu com sua obrigação de ler o que estava assinando. Os dois tendes cumprido com sua responsabilidade financeira. Quem deve ser de responsabilidade do fracasso de o assinado no final?
É aqui que entra o conceito de má-fé ou boa-fé.
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Responsabilidade financeira vs boa ou má-fé
Você vai conhecer aquele ditado de que ‘a mili, o valor pressupõe’. Pois muitos de nós acreditamos que a boa-fé das instituições financeiras se dava por alegada.
Mas também há outro dito que é muito socorrer nesta ocasião, como é o de que “o desconhecimento da Lei não exime o seu cumprimento’.
Pressupor e assinar algo que fica em um contrato sem entrar para ler o que está assinando é um adiamento total de sua responsabilidade financeira.
Mas o mal informar a um cliente o que você vai assinar, dar informações parcial ou, simplesmente, enganar o cliente no que se diz, é também uma violação da responsabilidade financeira que tem a entidade, já que é obrigada a dar a informação exata de o que se recolhe no contrato.
Quem obra de boa e má fé nesta adiamento de responsabilidade financeira?
Se você recebeu a informação correta e exata do que você vai assinar, você compreendido e assim o indicar a entidade e empresas, o que ocorrer depois, será regulado por isso que você assinou. A entidade que tiver procedido de boa fé e com você também. O que se derive do produto contratado já são ‘coisas da vida’.
Se você recebeu uma informação incorreta ou imprecisa, e tiver assinado sem examinar o contrato para confirmar que o dito era verdade, por exemplo, lhe disseram que se vendiam um prazo fixo e eram preferenciais, entende-se que por seu lado não havia má-fé, mas para o lado da entidade se tinha.
Neste caso, você é responsável financeiramente falando sobre o que você assinou, mas mais responsável é ainda a entidade por lhe dar informações enganosas, que se obrigou a assinar. Eles possuem má-fé e tu não.
Pode ser que seja difícil o que você demonstre que você ‘enganaram’, mas de certeza que há maneiras de demonstrá-lo.
O que você não pode esquecer nunca é que se você assinar algo com uma entidade tem a sua parte de responsabilidade financeira. Se o que quer é evitar sustos, deverá exigir a maior informação possível sobre o que você está prestes a assinar e analisada esta sendo suficiente, o que firmes ou não, já é responsabilidade sua. Você tem o direito à informação e a obrigação de verificar que a informação está correcta. Mais que nada para evitar surpresas e problemas de saúde no futuro.
E um último conselho. A boa-fé não é como o valor da mili, não se pressupõe, se verifica, e para isso você deve olhar que o que assinaturas é o que realmente dizem que assinaturas. Pode ser que no final você tenha de vencer uma disputa com sua entidade porque você agiu de boa fé ao assinar sem ler o que firmabas, mas o mal tempo não se remove ninguém. Então, por que não cumpre a sua responsabilidade financeira e lê tudo o que assinaturas?

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