A poupança fiscal dos planos de pensões

Nossa atitude economia de hoje, será o nosso “menos mal que nos deu por aí” de amanhã. Você não estais de acordo comigo? A Cada dia vejo mais importante a necessidade de não gastar além da conta, “por acaso”, mais tarde, pudesse jogá-lo em falta.
Concretamente, há uma notícia que me tem olho afiado: “A pensão pública pode sofrer cortes nos próximos anos”. E, embora o certo é que ainda me considero jovem para pensar em planos de previdência, falando sobre isso com um familiar acabei de convencer de que, em um futuro não muito distante, vou começar a apostar por uma boa reforma, complemento da pensão da Segurança Social com um plano de pensões.
E isso me lembra um pouco a meu avô que, a cada verão, enchia uma pequena nave de troncos de madeira e eu sempre perguntava “mas vovô, se há aquecimento pela casa, para que se precisa de tanta madeira?” e ele respondia-me que, se houvesse uma forte tempestade que deixou o povo sem luz durante um tempo, a lareira seria o único que nos daria calor.
Por isso, os planos de pensões hoje em dia, estão de moda. Digamos que, não se sabe o que tempestade pode nos deixar sem luz.
Em um artigo anterior, Antonio nos contava, em que consistiam os planos de pensões, por isso que hoje iremos mais longe, em que consiste essa vantagem fiscal de que falamos, e que seguir indicações para torná-la efetiva.
Vantagem fiscal, Poupança a curto prazo
Um dos motivos secundários, mas muito sedutores para fazer um plano de previdência é que, graças à contribuição que fazemos a ele, podemos ver diminuída a nossa base tributável do IRPF. O que quer dizer isso?
Em nossa folha de pagamento, o salário bruto é-lhe realizam uma série de deduções. E uma parte disso que nos “tiram”, é destinado ao IRPF com a única finalidade de pagar impostos.
O montante que é recolhido a título de IRPF varia de acordo com a nossa situação pessoal (se estamos casados, temos filhos, vivemos sozinhos…), mas também pelo tipo de contrato que temos e os rendimentos obtidos.
Em resumo, o fato de que diminua nossa base tributável do IRP, realizando as contribuições para um plano de previdência, significa que pagaremos menos impostos. Por isso, uma de duas:
Na declaração de rendimentos, se durante o ano nos preservaram de IRPF mais da conta, teremos a devolver por um montante superior ao que seria se não tivéssemos um plano de pensões.
No caso de sair a pagar porque durante o exercício econômico não nos foi retido a quantidade suficiente, teremos que pagar menos a título de IRPF, graças ao nosso plano de previdência.
Mas, quanto é o que nos pode salvar, com um plano de previdência? Primeiramente, dizer que isso de que com um plano de pensões pagamos menos impostos, não é nenhum segredo (você pode falar com sua vizinha, se você não sabe, porque não é uma “armadilha”, nem nada de estranho, hehe). A Lei põe limites:
Um máximo de 10.000 € por ano até os 50 anos. Este limite de poupança não pode ultrapassar 30% dos rendimentos líquidos do trabalho e de atividades econômicas.
Um máximo de 12.500 € anuais a partir dos 50 anos. Neste caso, o limite de poupança não pode exceder a 50% dos rendimentos líquidos do trabalho e de atividades econômicas.
Cabe dizer que o benefício fiscal será maior ou menor, dependendo, tanto do rendimento líquido que se tenha como trabalhador, como do montante a realizar o plano.
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Economia a longo prazo
Como já sabemos, a finalidade de contratar um plano de previdência é poder, poder quebrar essa cofrinho no momento da aposentadoria complementar com esses poupança da pensão que recebemos de a Segurança Social.
E ao longo do número anterior, temos focado no que acontece, anualmente, se fizermos as contribuições para o plano de pensões (que pagamos menos impostos). Mas E a longo prazo? Tem algum efeito?
A resposta é sim. E isto é devido a que,em seu momento, um plano de pensões nos “libra” de ter que pagar mais por IRPF e isso se traduz em que o nosso salário “removidos” menos e, portanto, percebemos mais.
Agora, cabe mencionar que, apesar de que com esta jogada, nós estamos subtraindo um valor da base de cálculo do IRPF, na realidade, não estamos fazendo outra coisa que adiar este cargo.
E então, onde está a graça?. Eu vejo por dois lados:
Se no seu dia nos retêm menos de IRPF, “ganhamos mais”. Isto significa que poderemos investir mais em algum depósito em o que você deseja obter uma rentabilidade) e, portanto, vamos ganhar mais dinheiro. (Não é o mesmo que investir 2.000 € num depósito a 2%, que 3.000 €, por exemplo)
Apesar de que é a hora de resgatá-lo tenhamos que pagar, o montante de IRS por este conceito (“retirada plano de pensões”) é muito menor do que a que é realizada por salário a cargo do IRPF.
Mas, além disso, a poupança fiscal pode sair ainda melhor se, como nos disse nosso editor Antonio, o plano de pensões tenha contribuições anteriores a 31 de Dezembro de 2006, e além disso, queremos resgatá-lo de um golpe. Já que desta forma, mais de 40% da quantidade ingerida ficará isenta de tributar (ou o que é o mesmo, só tributaremos 60% do dinheiro que tínhamos no plano de pensões.
No caso de realizar o resgate em forma de renda, isto é, pouco a pouco) ou em qualquer das modalidades posteriores a 31 de Dezembro de 2006, não haverá nenhum tipo de benefício fiscal (à excepção do País Basco, que segue mantendo a redução de 40%, quando o dinheiro é recebido em um único pagamento)
Feliz poupança e aposentadoria
Finalmente, a ideia é, como sempre, encontrar uma oportunidade de poupança naqueles locais em que possa existir. Por isso que eu acho que, neste caso, matamos dois coelhos com uma cajadada:
Conseguimos “ganhar mais”, enquanto estamos em idade de trabalhar.
Podemos criar um colchão que vai complementar a quantidade desconhecida que receberemos uma vez aposentados.
E para que você possa calcular com precisão o impacto fiscal que teria o resgate de seu plano de poupança, aqui vos deixamos este simulador.
E como sempre, lembrar que qualquer dúvida ou opinião que você, também é importante. Não deixe de escrever abaixo nos comentários, nós estaremos felizes em ajudar!

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